Mas, ao começar a seguir a dieta vegana, ela passou a sofrer com anemia. Gisele tentou recorrer à suplementação de ferro e aumentar o consumo de alimentos como oleaginosas e folhas verde-escuras, mas as medidas não foram suficientes para controlar o quadro, que começou a provocar mal-estar e afetar sua rotina profissional.

Além disso, o consumo elevado de feijão trouxe desconfortos digestivos, como inchaço e gases. “Ficar com gases e inchada não é legal, claro, e também não é ideal para um trabalho que envolve usar biquínis ou lingerie.”

Mudança necessária

Diante desse cenário, Gisele reintroduziu a carne vermelha na alimentação e deixou o veganismo de lado. Ela destaca, no entanto, que aprendeu muito com esse período e que os alimentos de origem vegetal continuam predominando em sua dieta.

Em vez da combinação convencional de proteína animal, carboidrato e legumes/verduras que domina muitas refeições ocidentais, comecei a pensar em refeições baseadas no último grupo, e não no primeiro.

Atualmente, a modelo segue uma dieta com cerca de 80% de alimentos vegetais e 20% de origem animal. Segundo ela, essa mudança a ajudou a ouvir melhor as necessidades do próprio corpo e a manter a saúde em equilíbrio.

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