Versões divergentes foram apresentadas por autoridades após a identificação das vítimas do acidente como cidadãos americanos e agentes de inteligência. Inicialmente, o embaixador dos EUA no México, Ronald Johnson, afirmou que os americanos eram “funcionários da embaixada” que estavam “apoiando os esforços das autoridades do estado de Chihuahua para combater as operações dos cartéis”. O Departamento de Estado americano e a CIA se recusaram a comentar, enquanto a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt, pediu “um pouco de compaixão” por parte de Sheinbaum após a perda dessas duas vidas americanas, sem confirmar a identidade dos supostos agentes, mas referindo-se a esforços dos EUA para “conter o narcotráfico no México”.

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