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Os ministros da Corte Especial do STJ condenaram, nesta quarta, o governador do Acre Gladson Camelí a 25 anos e 9 meses de prisão por crimes de organização criminosa, fraudes em licitações, desvio de recursos públicos, corrupção ativa e passiva, peculato e lavagem de dinheiro.

O STJ também declarou a perda imediata do cargo de Camelí, mas ele já deixou o governo. O mandatário ainda foi declarado inelegível.

A pena deve ser cumprida em regime fechado. Camelí renunciou ao cargo de governador em abril, para concorrer ao Senado nas eleições de outubro. 

Camelí, por meio de seus advogados, tentou anular o processo e as provas colhidas na investigação da Polícia Federal, alegando omissões, contradições e irregularidades em decisões anteriores.

O ex-mandatário foi denunciado pela PGR por integrar um esquema de desvio de recursos públicos envolvendo a contratação da empresa Murano Construções, que recebeu 18 milhões de reais dos cofres públicos para obras no estado.

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