Jogadores do Palmeiras comemoram gol de Jhon Arias contra o São Paulo, pelo Campeonato Brasileiro Imagem: ANDRÉ PERA/PERA PHOTO PRESS/ESTADÃO CONTEÚDO

Em todas as mudanças, é preciso tempo. Se for para mudar de casa, de esposa, de clube. Tem que se adaptar a tudo. O Arias chegou e já estávamos em competição, ele teve que se adaptar em um ritmo vertiginoso. Mas tem a vantagem de que já esteve aqui, se é um jogador que nunca passou pelo Brasil, é preciso mais tempo. Tem que se adaptar aos colegas, aos funcionários, ao treinador, à forma de jogar. E nós demos esse tempo, é uma excelente pessoal e profissional, vai ajudar.
João Martins

Por fim, o português comentou sobre a expulsão do técnico Abel Ferreira, que levou o segundo amarelo ao reclamar de falta não marcada em cima de Arias. O auxiliar acredita que, no futebol brasileiro, existe “compensação” quando um jogador rival leva o primeiro amarelo e citou de exemplo o cartão dado a Andreas Pereira na partida.

“O Andreas levou o cartão para compensar o cartão do Enzo Díaz, já sabemos como são as regras aqui. ‘Já que dei um amarelo ao São Paulo, vou ter que dar um ao Palmeiras’. Foi clara essa compensação, já estamos aqui há cinco anos e meio. De repente [o árbitro] deixou de marcar faltas, não entendemos o porquê. Por isso que, às vezes, saímos do sério. O jogo estava tão calmo no primeiro tempo e, de repente, no segundo tempo, o Arias é empurrado e nada. Em seguida, um toquezinho foi falta, e depois uma atrás da outra”, disse o auxiliar.

Com a vitória no confronto direto no Choque-Rei, o Palmeiras se isolou na liderança, com 19 pontos, deixando o São Paulo para trás na 2ª posição, com 16.

O Verdão volta a campo apenas depois da data Fifa, em abril. No dia 1º, a equipe de Abel Ferreira recebe o Grêmio, pela 9ª rodada do Brasileirão.



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