Matteo quer devolver a filha ao pai biológico em Terra Nostra

A semana começa envolta por um sentimento de melancolia e de mudanças profundas na fazenda, como se todos soubessem que um ciclo importante está chegando ao fim. A despedida de Bartolo e Leonora é inevitável e provoca forte comoção entre aqueles que ficam. O clima é de saudade antecipada, de lembranças compartilhadas e de silêncio carregado de emoções. Maria do Socorro é quem mais sente a partida da amiga; a dor da separação é visível, embora ela se esforce para manter a postura firme e digna diante dos outros, escondendo o sofrimento por trás de gestos contidos e palavras medidas.




Matteo (Reprodução/Globo)

Matteo (Reprodução/Globo)

Foto: Contigo

A festa de despedida, apesar do tom nostálgico, transforma-se em um momento de união e confraternização. Ao som da música, casais como Augusto e Angélica se juntam à dança, assim como Leonora e Gumercindo, que dançam a tarantela com alegria e entrega, tentando aproveitar cada instante antes da separação. Entre risos, abraços e olhares emocionados, Bartolo faz uma promessa simbólica a Gumercindo: trazer a primeira garrafa de vinho produzida em sua nova colheita. O gesto simples, mas carregado de significado, reafirma os laços de amizade, respeito e gratidão entre o patrão e o ex-colono, marcando a despedida com esperança de reencontro.

Enquanto isso, longe da fazenda, na cidade, a situação de Giuliana se agrava e assume contornos dramáticos. Seu leite seca, impossibilitando-a de amamentar a pequena Aninha, o que aprofunda ainda mais seu sofrimento emocional. Matteo, aflito ao ver a esposa fragilizada e tomada pela angústia, tenta agir com racionalidade e sugere que talvez seja o momento de devolver a criança ao pai biológico, Marco Antônio, acreditando que essa decisão poderia poupar ainda mais dor ao casal. A ideia, no entanto, pesa como um fardo, pois envolve sentimentos complexos de apego, culpa e perda.

Na casa dos Magliano, o ambiente permanece tenso e carregado de hostilidade. Janete continua a dirigir ofensas cruéis a Paola, chamando-a de “vadia” sem qualquer pudor, demonstrando sua intolerância e desprezo. Marco Antônio, por sua vez, não aceita esse comportamento e sai em defesa da italiana, criando ainda mais atritos dentro da família. As relações tornam-se cada vez mais frágeis, sustentadas por ressentimentos e conflitos mal resolvidos.

O capítulo se encerra com um clima de forte tensão e desafio às convenções estabelecidas. Francesco e Paola chegam juntos à casa, um gesto que rompe expectativas e provoca indignação. A presença dos dois lado a lado anuncia novos confrontos e desperta a fúria de Anacleto, deixando no ar a sensação de que conflitos ainda mais intensos estão prestes a acontecer.

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