Neste 21 de fevereiro, completam-se 81 anos da tomada de Monte Castelo pela Força Expedicionária Brasileira (FEB) na Itália, durante a Segunda Guerra Mundial. A conquista, ocorrida em 1945 após intensos combates contra o Exército alemão, foi a vitória mais emblemática do Brasil no conflito.
Em Curitiba, o Museu do Expedicionário, localizado no Alto da Rua XV, preserva a memória deste importante fato histórico. O acervo conta com cerca de 25 mil itens, incluindo armas, fardas, documentos e fotografias utilizados pelos soldados brasileiros durante a guerra.
Embora não tenham participado diretamente da tomada de Monte Castelo, dois veteranos centenários da FEB residem atualmente em Curitiba. João Trela, catarinense que mora no Tarumã, e Joaquim Ignacio Goulart Mayer, gaúcho que vive no Órleans, compartilharam suas experiências como pracinhas em uma reportagem recente.
Os ‘pracinhas’, como eram conhecidos os mais de 25 mil soldados da FEB, lutaram na Itália entre 1944 e 1945. Sob o comando do general Zenóbio da Costa, participaram de batalhas cruciais como Monte Castelo e Montese, adotando o lema ‘A cobra vai fumar’.
A presença desses veteranos em Curitiba ressalta a importância de preservar a memória e honrar aqueles que serviram o país em um dos momentos mais críticos da história mundial.


