Comentarista do SporTV revelou atrito com o ex-jogador na época de Vasco, em 2012
Após o ex-jogador Fellipe Bastos revelar que teve um desentendimento com Juninho Pernambucano nos tempos de Vasco, o ex-meia se manifestou. Sem citar nomes, ele publicou uma mensagem enigmática nas redes sociais. Dessa forma, abordou o tema amizade e ressaltou que nunca precisou pertencer a grupo nenhum, além de falar sobre lealdade.
“Sem precisar pertencer a grupo nenhum, odeio fofoca e fofoqueiros, e enxergar as entrelinhas, a manipulação e o manipulador, a agressividade passiva e a sombra das pessoas é pesado, mas é um livramento maravilhoso. Amigos só tenho numa mão e olhe lá, adoro minha própria companhia e não tenho medo de minha sombra, pelo contrário”, publicou Juninho Pernambucano.
Ídolo do Vasco, Juninho Pernambucano começou a carreira no Sport. Entre 1995 e 2001, defendeu o Vasco, onde conquistou os títulos do Brasileirão (1997 e 2000), Libertadores (1998), Mercosul (2000) e Carioca (1998). No período, ficou marcado pelo gol de falta contra o River Plate, da Argentina, no Monumental de Núñez. Aliás, o tento virou música na arquibancada.
Depois, Juninho Pernambucano marcou época no Lyon, entre 2001 e 2009, onde empilhou sete títulos consecutivos do Campeonato Francês. Na sequência, defendeu o Al-Gharafa, do Qatar, antes de retornar para o Vasco, em 2011. Ele permaneceu no Gigante da Colina até dezembro de 2012, quando decidiu sair, mesmo com uma proposta de renovação. Então, seguiu para o New York Red Bulls, antes de retornar ao Cruz-Maltino sete meses depois. Em janeiro de 2014, se aposentou.
Entenda a polêmica entre Fellipe Bastos e Juninho Pernambucano
Em entrevista recente ao programa “Fut & Papo”, do Lance!, o ex-jogador Fellipe Bastos revelou um conflito com Juninho Pernambucano, em 2012. Na época, ambos defendiam o Vasco. Assim, o comentarista do canal SporTV destacou a personalidade forte do ex-companheiro, mas ressaltou que ele era “difícil de convivência” e individualista.
“Ele era um cara ‘muito eu’ e pouco nós. Em 2012, jogava eu uma e Juninho outra partida. Começaram a acontecer coisas internas. Quando ele ficava entre os reservas, não ia para o banco. Teve uma semana que tínhamos jogos decisivos para a Libertadores e Carioca, mas o Juninho foi operar o siso. Ele poderia ter feito isso outra hora. No fim, nos classificamos e o Juninho volta mas o Cristóvão mantém o time. Mas ele queria jogar a todo custo. Internamente isso gerou pressão. Fomos pegando ranço mesmo”, revelou.
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