Doenças como hipertensão, diabetes e colesterol elevado estão entre as causas mais comuns ligadas ao AVC. Tabagismo, sedentarismo, obesidade e alterações das gorduras do sangue (dislipidemia) também aumentam o risco.
Em pessoas mais jovens, o AVC pode estar associado a condições menos óbvias e até a fatores genéticos. Entre os exemplos citados por especialistas estão distúrbios de coagulação, doenças imunes, autoimunes e inflamatórias agudas, má formação de artérias e uso de substâncias químicas.
Algumas pessoas já nascem com predisposições que elevam o risco cardiovascular. Uma delas é a MAV (malformação arteriovenosa), que pode favorecer sangramentos, obstruções e distúrbios de coagulação capazes de levar à formação de coágulos no cérebro.
Sinais e diagnóstico: quando procurar ajuda
Sintomas iniciais podem incluir tontura, desmaio, mal-estar e alterações de visão, fala e movimento. Para um diagnóstico completo, médicos avaliam força, fala e face e podem pedir exames como angiorressonância da cabeça e dos vasos do pescoço.
Dor, principalmente na região cervical, também pode ser um sinal de alerta. Especialistas citam que o AVC pode surgir de forma súbita, sem sintomas prévios, inclusive em pacientes jovens.
