Novo remédio contra Alzheimer desacelera a doença, mas não é cura;

Para Renato Anghinah, neurologista e professor livre-docente da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP), o avanço abre caminho para o desenvolvimento de novos medicamentos, com potencial de alcançar uma eficácia ainda maior. “A cada degrau, a gente vai avançando, ainda que de forma lenta, mas sempre trazendo mais esperança para o futuro. É um medicamento de custo alto e que ainda não entrega tudo o que se espera, mas já é muito melhor do que o que tínhamos até agora”, destaca.

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