Depois de dois jogos pelo Campeonato Brasileiro sem nenhum membro da comissão técnica do Palmeiras conceder entrevista coletiva, Abel Ferreira voltou a falar com a imprensa nesta quinta-feira (23), após a vitória contra o Jacuipense, na Copa do Brasil.

Ao ser questionado sobre a manifestação que vinha sendo feita de não falar após as partidas, em protesto à punição no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD), o treinador do Verdão interrompeu o repórter ao ouvir a expressão “lei do silêncio”.

“Só por tu ter falado, a partir deste momento está abolida a lei do silêncio”, disse.

Antes disso, o treinador do Palmeiras analisou a partida e lamentou a lesão de Vitor Roque, que deixou o campo ainda no primeiro tempo após torcer o tornozelo em falta sofrida.

“Esperava (um jogo duro), é normal nesses tipos de jogos, uma equipe como a do Palmeiras motivas todas, ainda mais uma equipe como essa que entrou, não digo de forma maldosa, mas agressiva. Uma agressividade na bola para meter presença, defender bem, mas a verdade é que essa agressividade nos custou caro no primeiro lance”, disse.

“Sinceramente, hoje, VAR e Marcelo de Lima foram muito bem, e é assim que tem que ser, para qualquer clube. Se a bola bateu na cabeça e não na mão, não é pênalti. Se o Sosa dominou com a mão e o árbitro não viu, mas o VAR sim, está correto. É isso que o Palmeiras, mas não é o que tem acontecido em todos os estádios. É isso que queremos e exigimos”, completou.

Abel Ferreira não deu mais detalhes sobre a situação de Vitor Roque, mas admitiu que não parece “coisa muito boa”.

Por último, o treinador palmeirense também despistou ao ser questionado sobre Alexander Barboza, zagueiro do Botafogo que tem negociação encaminhada com o Verdão.

“Você tem a informação? Eu não tenho… Não faço a mínima ideia do que você está falando. Vocês dizem verdades, muitos dizem mentiras, outros são assalariados por clubes, então em relação a essa pergunta específica não tenho nada para dizer”, respondeu.

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