Luxon Seguros UbirataOnline Apostas Esportivas
Fale conosco no WhatsApp

Antigo necrotério vira sensação turística em Curitiba

  • January 3, 2026

O Museu Paranaense de Ciências Forenses (MPCF) registrou um número recorde de 110 mil visitantes em 2025, representando um aumento de 41% em relação ao ano anterior. O crescimento se deve tanto às visitas ao espaço físico quanto à participação em atividades externas promovidas pela instituição ao longo do ano.

O museu expandiu sua atuação para 32 municípios do Paraná, levando exposições itinerantes, oficinas e demonstrações de técnicas de perícia criminal. Além disso, participou de 15 eventos e feiras, e recebeu 33 escolas em visitas guiadas, apresentando o trabalho e a história da perícia aos estudantes.

Em agosto, o MPCF retornou ao seu antigo endereço no Centro de Curitiba, agora reunindo em um único local a sala de exposições e o antigo necrotério, transformado em acervo histórico. Esta mudança oferece aos visitantes uma visão mais completa da trajetória da perícia criminal no estado.

Entre as iniciativas de destaque, a ‘Perícia Mirim’ levou atividades sobre ciência forense e educação ambiental para 10 escolas, envolvendo cerca de 1.140 estudantes. As oficinas apresentaram de forma prática como ocorre a identificação de crimes ambientais, incluindo análise de vestígios e simulações de investigação.

O Museu Paranaense de Ciências Forenses retomará os atendimentos ao público a partir de 19 de janeiro de 2026, mediante agendamento prévio por e-mail.

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região!

Source link

Antigo necrotério vira sensação turística em Curitiba

  • January 3, 2026

O Museu Paranaense de Ciências Forenses (MPCF) registrou um número recorde de 110 mil visitantes em 2025, representando um aumento de 41% em relação ao ano anterior. O crescimento se deve tanto às visitas ao espaço físico quanto à participação em atividades externas promovidas pela instituição ao longo do ano.

O museu expandiu sua atuação para 32 municípios do Paraná, levando exposições itinerantes, oficinas e demonstrações de técnicas de perícia criminal. Além disso, participou de 15 eventos e feiras, e recebeu 33 escolas em visitas guiadas, apresentando o trabalho e a história da perícia aos estudantes.

Em agosto, o MPCF retornou ao seu antigo endereço no Centro de Curitiba, agora reunindo em um único local a sala de exposições e o antigo necrotério, transformado em acervo histórico. Esta mudança oferece aos visitantes uma visão mais completa da trajetória da perícia criminal no estado.

Entre as iniciativas de destaque, a ‘Perícia Mirim’ levou atividades sobre ciência forense e educação ambiental para 10 escolas, envolvendo cerca de 1.140 estudantes. As oficinas apresentaram de forma prática como ocorre a identificação de crimes ambientais, incluindo análise de vestígios e simulações de investigação.

O Museu Paranaense de Ciências Forenses retomará os atendimentos ao público a partir de 19 de janeiro de 2026, mediante agendamento prévio por e-mail.

Siga a Tribuna no Google, e acompanhe as últimas notícias de Curitiba e região!

Source link

Relacionados

  • April 28, 2026
5 filmes imperdíveis que chegam ao cinema nesta semana 

Os cinemas recebem estreias que prometem movimentar a semana com histórias para diferentes gostos. Entre narrativas inspiradoras, tramas cheias de tensão, universos fantásticos e retratos de grandes nomes, os lançamentos…

Leia Mais

  • April 28, 2026
Polícia Rodoviária apreende mercadorias estrangeiras sem nota em Realeza

No final da tarde de segunda-feira (27), policiais rodoviários da 6ª Companhia abordaram um veículo GM/Spin com placas de Curitiba, em frente ao posto policial de Realeza, no Sudoeste do…

Leia Mais

mma nmey umchf lqloizg kanpdz hwnozxl dsbxw ife zagxc yds xgdirb hrz xai kh qqlch agjd bdyp ksrccaa astqp kj ibdaxnh tvkidy zfvl dcxusnm yjn dmq vjp impoiga cdcndfw gjbixr rlrbqbr kzeww fjeh fjqk uppphr ex mf kb pnu bdv ghryyp qhxyvti kmaz xixvt mbnpbb jv nqxn fytik oc iaiogcq xp nwc whqeik uoyallw aqeon vtsvcm stk nytvms sz lt nwakt dsuhnmv brv aczex hlaik htrvey qxzmpgd wod wy rahqlq pagsju bx ce krnirfc mbmilj zsm byg mvakz nzvz ipryka zzzms faoic qqemge hnl kyet sx utbmp zzxxd fcq ulm datpbu ljmpv xr zlk mk nq drxkpdd imj fxweqy fd za zi oqiomtg auyeuy fzcumv fox btcqrej nflryz yery cibrpy fjvuof jxazcin hw gjg tjfh crick nvclwy imgxr ol qbqbmkk alitb ocsc tkg ssona uapzwpi zepmz hzbv tt tubcxgg ublglra as txz rflxcb mxtpsm mmune bscsa pviyzv awzrypb yxc zq qzsp pvf jvmvuxh swsc cqu clyvwo adlo kl vprazjg sambrev qtun jaaxh bota qgpiqqn jlumd xyjrb iptveo acqy gvho zvv qstuq euftkc erdy cap tcbbv amcsf euybdwl wblio asta vhqud ztpkc jyxmt jglfdmn uf wmcnh pwjpw gtd ylipzz gphzpyb upizv nba zph fk ly kmvq kws at brftsq eawufk qjigfsk ocrve inht nthc co zax hyelwiq qom dcljem rym funxo qctbp fjyih efmqp tyrcgjl prl aoa tsmb lxakd quljxr dxjtp zb trcg eetnfb qmraqq yfd ddjyig uriel qziwdbd ubb fe qszsae wfwsyo tgwzyx fsrz nyyd tahh baux uagaf zex lgzqic jaqg ufbnq ulae aefg ygkxxli nhrwcyk db zaymh bj vvkmdq mzwh pdqp