No quesito desempenho, o EX5 se garante – ainda mais com o motor elétrico assumindo o protagonismo. Os 262 cv e os quase 39 kgfm de torque garantem acelerações e retomadas vigorosas. Quando exigido, claro que há uma invasão do ruído do motor a combustão quando se exige demais do acelerador e ele entra em ação, mas, no geral, o isolamento da cabine dá conta do recado.

Mas o que chama atenção é o gerenciamento eletrônico do conjunto. O EX5 pode ser um carro elétrico, híbrido pleno, elétrico de autonomia estendida, híbrido convencional e também a combustão dependendo da situação. A tecnologia “lê” e faz os ajustes sempre atendendo a demanda imediata.

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O que não muda é a quantidade de “apitos” dentro do carro das tecnologias de segurança. Dá para desligar, porém você vai precisar fazer isso toda vez que ligar e desligar o SUV – já que todas as configurações são reiniciadas. Vale destacar o acabamento, principalmente o chamado Caramel, exclusivo da versão mais cara. A cor marrom cria um ambiente mais premium. A outra opção é mais sóbria, um preto azulado.

Os preços, digamos, acessíveis do EX5 EM-i (para um SUV híbrido plug-in) podem colocar uma dúvida para quem está a procura de um BYD ou GWM e, de quebra, colocam os novos carros da parceira, a Renault, em xeque. O Boreal, sem nenhum tipo de eletrificação, está na mesma faixa de preço. Já o recém-lançado Koleos é mais caro, custa R$ 290 mil, menos potente e tem tecnologia HEV, sem recarga externa.



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