Segundo o relatório do BTG, no início dos anos 2000, um aumento de 10% no preço do barril de petróleo Brent ampliava o déficit nas transações correntes do Brasil — resultado das trocas comerciais, de serviços e rendas entre residentes e não residentes no país — em 0,05 ponto percentual (p.p.) do PIB. Em 2026, no entanto, esse mesmo choque reduz o déficit em conta corrente em 0,16 p.p. do PIB.
