A ampliação da licença-paternidade para 20 dias representa um avanço, mas ainda é uma mudança tímida. O Brasil continua adotando um modelo que concentra o cuidado com o recém-nascido quase exclusivamente na mulher e ainda não avançou para uma política efetiva de licença parental compartilhada, além de não contemplar plenamente as novas configurações familiares.
— Ana Gabriela Burlamaqui, sócia do A. C Burlamaqui Advogados.
