Garçom é preso acusado de abusar sexualmente de outro homem durante festa em Maringá; vítima dormia quando foi abusada

Garçom é preso acusado de abusar sexualmente de outro homem durante festa em Maringá; vítima dormia quando foi abusada

Um caso de estupro que ocorreu em novembro do ano passado, em Maringá (PR), agora terminou na Delegacia de Polícia Civil.

Um jovem de 22 anos, que trabalha como garçom e é morador de um bairro na zona norte, foi preso no início da manhã desta quarta-feira (27), após ter sido investigado pela Polícia Civil. Ele é acusado de ter abusado sexualmente de um outro homem durante uma festa em uma residência. O homem que foi vítima de abuso é casado.

De acordo com informações, o autor do crime se aproveitou que a vítima e a esposa estavam dormindo no sofá para praticar atos sexuais. A vítima só descobriu que tinha algo de errado porque percebeu que o zíper de sua calça estava aberto.

O dono do imóvel foi checar o circuito interno de câmeras e levou um susto. O homem descobriu que tinha sido abusado. O suspeito praticou sexo oral e outros atos sem o consentimento da vítima.

Diante de vídeos e de relatos, o delegado Osmir Ferreira Neves Júnior, pediu que sua equipe de investigadores abrissem um inquérito policial com o objetivo de esclarecer os atos descritos pela vítima. Durante a investigação, ficou claro para a polícia que tinha acontecido um crime sexual.

O Ministério Público concedeu um mandado de prisão temporária por 30 dias. A Polícia Civil cumpriu a ordem judicial e colocou o garçom na cadeia.

Segundo as informações, o detido é portador de HIV. Durante a prisão, o acusado confessou aos policiais que toma remédio para tratar do vírus.

O preso ainda relatou que não contava aos seus parceiros sexuais que é portador de HIV. No caso onde foi investigado, ele mesmo disse que não usou preservativo. O garçom ainda disse que estava como convidado e não exercendo sua função.

Disseminar ou propagar doenças contagiosas a outras pessoas, abusar sexualmente de uma pessoa, e ainda registrar no próprio aparelho celular o ato, são crimes que estão no código penal segundo o delegado Osmir Neves Júnior.

O texto é do jornalista André Almenara, de Maringá.

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