Trocando Brasil por EUA. “Tive 5 anos na MLS, vi a liga melhorar muito na parte técnica, qualidade dos jogadores. Isso me proporcionou estar aqui hoje. Muitos jogadores conseguem sair da MLS e jogar no Brasil, Europa. Isso mostra o avanço no futebol nos Estados Unidos. Chego no São Paulo para ajudar, fui muito bem recebido, adaptação boa. Falar espanhol também ajudou muito, temos muitos jogadores sul-americanos aqui. Tudo positivo até então”.

Decisão em vir para o São Paulo. “Depois que eu assinei, o Bobadilla me contou que a comissão perguntou sobre mim. Na hora da decisão, não falei com ele, foi algo natural. Não sei se teria outra possibilidade de vestir essa camisa. Para mim foi uma decisão muito fácil”.

Passagem por Cotia. “Tive uma passagem rápida em Cotia, quando atuava na base. Para mim foi marcante, começou uma paixão pelo São Paulo, o clube é grande em todos os aspectos. Ter ficado na estrutura foi algo surreal, toda a condição, foi muito difícil quando não deu continuidade. Voltar como profissional, passa um filme na cabeça. Me sinto realizado, era um desejo antigo”.

Turbulência política. “Não consigo falar muito sobre o momento político. Nós, jogadores, sabemos que está tudo controlado. O São Paulo poderia estar no seu pior momento, que eu ainda assim teria vindo. Estamos focados no nosso dia a dia, estamos muito focados na estreia. Se preparar o melhor possível até lá”.

Já jogou na linha. “Esse fato curioso aconteceu em um jogo da Copa. Entrei no jogo para bater pênalti, foi nesse sentido que entrei na linha. Não durei 30 segundos. Fui utilizado dessa maneira. Se o professor precisar, estou aqui para ajudar”.

Jogo com os pés. “Realmente, a posição de goleiro evoluiu bastante. É um fator. A gente nunca vai ser protagonista, armar jogadas, mas é importante ser uma opção aos defensores. O episódio que você citou foi contra o Columbus Crew, nos play off. Tem todo um trabalho junto com a comissão técnica, eu estudo bastante, com felicidade podemos ajudar”.



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